segunda-feira, 30 de junho de 2008
Alegria, alegria!
29/06 - 12:00 - Uma turma pra lá de animada chamou a atenção de quem estava na casa de shows Passatempo, no Itaim, em São Paulo, na noite desse sábado. Já passava da uma da manhã, quando Daniella Cicarelli chegou ao lado da cantora Ana Carolina e de várias amigas para a noitada.
* Freqüentadora assídua da casa, a apresentadora da Band nem hesitou em pedir aos seguranças para passar na frente na fila: “Olha só a convidada especial que eu trouxe. Você não vai me deixar pra fora, né?”.
* Lá dentro, muita animação. Depois de um bate-papo nas mesas, a turma se mandou para pista, onde dançou – com direito a trenzinho e tudo - até depois das quatro da manhã.
Fonte: Glamurama
sábado, 28 de junho de 2008
Celebridades como Ana Carolina lotam show de Calcanhotto
Clima de romance na estréia da temporada de Adriana Calcanhotto no Canecão, no Rio de Janeiro. Mariana Ximenes e Pedro Buarque de Holanda, Alexandre Borges e Júlia Lemmertz, Regina Casé e Estevão Ciavata, Gabriel O Pensador e Ana Lima, Fernanda Abreu e Luiz Stein, Maria Clara Gueiros e Marcos André, Rocco Pitanga e Ana Carolina, Bena Lobo e Úrsula Corona, entre outros casais famosos, lotaram a casa de shows nesta sexta-feira, 27 para ouvir "Vambora", "FIco assim sem você", "Esquadros", entre outros sucessos da cantora gaúcha-carioca. A noite inspirou até um novo casal: Sheron Menezes e Miguel Thiré, que estavam em Parati gravando o longa "O Inventor de Sonhos" há um mês, assumiram o namoro diante das câmeras.
Fonte: EGO
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Angela Ro Ro e Ana Carolina
Show de Ana Carolina
HSBC Brasil
Informações: (11) 4003.1212
São Paulo . SP
Dia 28 de junho
Fonte: Site oficial da Angela Ro Ro
Finalistas da categoria SOM do 2º Prêmio TDB! Comprovam a força das vozes femininas na música
Rio - A música brasileira dá cada vez mais voz às suas cantoras. E seu espaço acaba de ser consagrado pela segunda edição do Prêmio TDB!, que tem patrocínio do Sesc Rio de Janeiro.
Uma olhadinha nas dez indicações da categoria Som, que premia os melhores da música, confirma isso. Há oito mulheres e apenas dois homens concorrendo. Envaidecidas pelas indicações, elas passam longe, porém, do discurso feminista. Afinal, música não tem sexo, a concorrência é saudável e todas estão ansiosas pelo resultado da votação.
“Eu vi na Internet essa indicação e fiquei feliz à beça, ainda mais sendo um prêmio de O DIA, que é um jornal superpopular. Concorrer a um prêmio com esse nome, ‘Tudo De Bom!’? Fiquei me achando! Agradeço de montão a indicação, que por si só já me deixou ‘toda toda’”, brincou Maria Rita, que lançou ‘Samba Meu’ ano passado e fez sucesso com ‘Tá Perdoado’ e ‘Num Corpo Só’.
Vanessa da Mata, que tornou sua parceria com o americano Ben Harper, ‘Boa Sorte/ Good Luck’, um dos grandes sucessos da temporada musical, também ficou lisonejada.
“Eu me sinto agraciada e lembrada com pompa pela minha obra, tão nova na grande mídia e recompensada”, disse, feliz por estar ao lado de outras cantoras.
“Acho natural a presença de tantas mulheres, estamos em uma época em que elas podem se expressar e mostrar mais sua sensibilidade e capacidade.”
Nina Becker, cantora da Orquestra Imperial e que se prepara para lançar dois discos solo este ano, elogiou a iniciativa do jornal.
“Qualquer instituição que se propõe a premiar artistas merece nosso louvor. E é bom saber que seu trabalho está sendo observado e reconhecido”, disse.
O sambista Arlindo Cruz concorda: “É muito bom saber que a crítica e o público aprovam meu trabalho. Fico muito feliz de ver meu esforço de fazer um grande disco reconhecido.”
Seu único concorrente masculino na disputa é o produtor e baixista Kassin, do + 2, que já garantiu presença na cerimônia de premiação, marcada para o Vivo Rio, no início de agosto.
“Acho incrível, ainda mais sabendo que a escolha vai se dar por júri popular. Eu me sinto honrado. Vou estar no Rio e vou poder bombar na festa”, brincou o músico.
Se depender de Adriana Calcanhotto, vai bombar mesmo. “Estou torcendo pelo Kassin”, disse a cantora, que também tem entre as concorrentes Fernanda Takai, Ana Carolina e Roberta Sá, e ficou surpresa ao ver-se entre as finalistas. “Fiquei muito contente”, resumiu.
Como a votação é popular — pelo site O DIA Online ou cupons publicados no jornal às terças, quintas e domingos —, Alcione não se fez de rogada: partiu direto para a campanha eleitoral.
Fonte: O Dia Online
terça-feira, 24 de junho de 2008
NAÇÃO BRASIL: com Ana Carolina
MULTISHOW AO VIVO ANA CAROLINA DOIS QUARTOS
Pra quem não viu ta aí uma chance de curtir o show da Ana Carolina que resultou no Cd e DVD Multishow Ao Vivo – Ana Carolina – Dois Quartos. E quem já viu com certeza vai querer rever!
Músicas:
1 - Cantinho / Fever / Eu Sou Melhor Que Você
2 - Eu Comi A Madona
3 - Rosas
4 - Carvão
5 - Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar
6 - O Cristo De Madeira
7 - É Isso Aí
8 - Aqui
9 - Um Edifício No Meio Do Mundo
10 - Cabide
11 - Chevette
12 - Elevador
13 - Vai
Horário:
Quinta, 26/06 - 22h45 no Multishow
Horários Alternativos:
Sexta, 27/06 - 15h00
Sábado, 28/06 - 18h00
Domingo, 29/06 - 07h30
Fonte: Multishow
segunda-feira, 23 de junho de 2008
JBFM: Entrevista com Ana Carolina
| Ana Carolina |
| Lançando o CD/ DVD “Multishow Ao Vivo Dois Quartos”, a cantora Ana Carolina nos recebeu em sua casa para dar detalhes do novo projeto. Gravado em novembro de 2007, no paulista Credicard Hall, o registro mostra que o palco é o local onde a cantora e compositora mineira mais se sente à vontade. JBFM: O show sempre foi um ponto forte na sua carreira. Podemos dizer que o palco é o local onde você mais se sente à vontade? Ana Carolina: Por que o palco é o mais importante? Porque as pessoas não estão só ouvindo, mas sentindo e te vendo, né?! São todas as linguagens juntas. Quando você lança um DVD, ele fica, automaticamente, mais importante que o CD. Porque você tem a linguagem corporal, a interpretação, as mãos, o rosto. O palco é, realmente, o lugar que eu mais me sinto à vontade. JBFM: Então, era um sonho antigo lançar um CD/ DVD ao vivo? Ana: Este foi o meu quarto DVD. Eu já tinha vivenciado bastante essa história, mas é o primeiro CD e DVD. Quando saiu, a primeira coisa que fiz foi ver o DVD. O CD ficou um pouco distante para mim. O DVD é o produto mais legal de se fazer. Igual ao DVD não tem. JBFM: Ficou muita música de fora? Ana: Isso foi uma coisa meio complicada. Algumas tiveram que ficar de fora naturalmente. Tanto que “Vai”, que se tornou música de trabalho, originalmente não estava no show. Eventualmente, eu a cantava no bis. Não cabia, não tinha como botar. E olha que o show tem mais músicas do “Dois Quartos” que qualquer outra coisa. Além das canções do “Dois Quartos”, eu tive que colocar “Cabide”, “Eu Não Sei Quase Nada do Mar” e “Três”, que é uma música da Marina que eu quis fazer uma nova versão. JBFM: Em algum momento, parou para pensar que tem gente sendo influenciada pelo seu trabalho? Ana: Isso é uma responsabilidade muito grande. Eu fico tentando fazer jus a posição que ocupo. O que há diferente em mim é o compor. Eu não sou apenas uma cantora. Eu componho e toco um instrumento. Tem pessoas que estão escutando o disco e não sabem que fui eu que toquei aquela guitarra, aquele violão, aquele pandeiro. Esse é o diferencial. Quando me perguntam: “E aí, o que eu faço?”, eu respondo que querer é muito importante, mas só querer não é fundamental. Você tem que ter base, ter baile. Você tem que saber o que é o palco. Você tem que ouvir muitas coisas, saber quem é você num universo musical muito amplo e qual é o seu valor. A gente teve no Brasil movimentos importantíssimos, como a Bossa Nova e a Tropicália, que não vão acontecer de novo. Hoje em dia só acontece a fusão. JBFM: Algumas músicas têm uma pegada quase rock, seja no arranjo seja na composição. Você se preocupa com rótulos? Ana: Eu costumava chamar de MPB com a energia do rock. Acho que é a melhor definição. Eu não me preocupo com essa coisa de rótulo, não. O rótulo está sempre em tudo. JBFM: Como funciona o seu selo? Você tem a idéia de lançar outros artistas? Ana: Isso é maravilhoso. Eu fico pensando como é difícil estar do outro lado. Antigamente, eu malhava um pouco esses caras de gravadora. Mas na hora que você está do outro lado é uma coisa meio complicada. Às vezes, eu recebo um CD de uma menina que canta pra caramba, mas não compõe, os arranjos não são bons. Aí, eu recebo um disco de uma banda com uma puta personalidade, mas os músicos não tocam muito bem, as canções são péssimas. Fico pensando como é difícil escolher quem você vai contratar, o que pode ser realmente novo e bom. Eu quero conseguir uma hora fazer uma contratação de algo novo, diferente, bacana, mas não sei quanto tempo isso vai demorar. JBFM: O seu site traz dicas de livros e filmes. A literatura e o cinema influenciam a sua carreira? Ana: Muito, muito, muito. Eu lembro que “Morangos Silvestres”, do Bergman, foi um filme que me inspirou para canções. Eu vivo lendo Jorge Luis Borges, descobrindo poetas novos. Eu descobri uma menina nova chamada Maria Anianeli, que é maravilhosa, paulista, uma grande poetisa. Maria Resende, enfim, Fabricio Carpi Nejar, filho do Carlos Nejar, que é um grande poeta de Porto Alegre. Tudo isso me inspira muito, me traz idéias para letras. Julio Barbosa Fonte: JB FM |